Acordamos com o telefone tocando. Era Lucy, a diarista, avisando que viria ao apartamento para fazer a faxina às 10 horas. Como já eram 9h25, tomamos um banho rapidamente e ficamos esperando por ela.
No horário combinado, Lucy chegou e começamos a conversar. Ao saber que somos brasileiros, disse que estava feliz pois o Fluminense havia eliminado o Boca. Ela e toda a família são torcedores do River Plate.
Tomamos o café da manhã novamente no La Biela e pegamos um táxi em direção a Avenida 9 de Julio. Começamos a caminhar pela avenida, passamos pelo Teatro Colón e o Obelisco, mas eu não estava me sentindo bem. Sentamos em um dos bancos da avenida durante alguns minutos e aguardamos o meu mal-estar acabar, mas só foi piorando. Com certeza algo que comi ontem não me fez bem. Pegamos novamente um táxi e retornamos ao apartamento. Lucy já havia terminado a faxina. Tomei alguns remédios da nossa “mini farmácia” e fiquei deitado, aguardando a indisposição passar.
Aos poucos fui melhorando e começamos a pensar no nosso roteiro para o período da tarde. A prioridade era buscar nossa câmera fotográfica na loja da assistência técnica da Sony. Ligamos para a loja e confirmamos que o reparo já estava pronto e poderíamos pegar a câmera de volta.
Pegamos um táxi em direção a Calle Florida. Como o pagamento na assistência técnica só poderia ser feito em dinheiro, passamos no Banco Meridien, que está localizado na Calle Florida esquina com Perón. O Meridien tem uma das melhores cotações para troca de reais por pesos. Fizemos o câmbio e fomos buscar nossa câmera.
Chegamos na loja, testamos a câmera e, ufa, estava como nova. Bom, ainda restaram algumas marcas decorrentes da queda, mas ao menos as lentes estavam novíssimas!
Já eram 15h e estávamos com fome (eu nem tanto, pois ainda sentindo um mal-estar). Pegamos um táxi e fomos para a Brasserie Petanque, um restaurante localizado no bairro de San Telmo.
Para a entrada escolhemos umas saladas.
E para os pratos principais eu escolhi um crepe e a Grazi um outro prato que não me recordo agora o nome, mas que achei muito estranho. Perguntei se ela sabia o que eram os ingredientes e ela afirmou que sim. Perguntei novamente: você tem certeza? Diante da afirmativa convicta, relaxei.
Quando os pratos chegaram, não pude deixar de rir. O tal prato que ela escolheu parecia que eram os restos de comidas de todas as outras pessoas que já haviam almoçado alí naquele dia. Ela ficou revirando a comida, tentando encontrar algo com um melhor aspecto, mas pouca comida se salvou (infelizmente a foto ficou ruim e não pra ver a opção dela).
Escolhemos a sobremesa facilmente, pois não haviam muitas opções e depois da experiência com o prato principal, não queríamos surpresas: torta de limão e sorvete de chocolate e doce de leite.
Saímos do restaurante e passeamos pelas ruas do bairro de San Telmo, cheio de ruas estreitas e prédios antigos.
Chegamos na Avenida 9 de Julio e caminhamos em direção ao Obelisco, pois pela manhã estávamos sem a câmera para fazer algumas fotos do local.
Fomos em direção a Plaza Lavale, que fica um quarteirão da 9 de Julio.
Apesar de estar me sentindo um pouco melhor, achei mais prudente retornar ao apartamento para descansar.
À noite, mesmo não estando 100% recuperado, fomos para o Gran Bar Danzón. Afinal, na próxima semana voltaremos ao Brasil e não há tempo a perder.
O Danzón funciona no segundo andar de um edifício na Calle Libertad e possui dois ambientes (não muito separados): um pub e um restaurante, sendo que o pub funciona desde o horário de happy hour. E pela primeira vez em Buenos Aires, encontrei um cerveja sem álcool!


































Jesus! como tem foto de comida nesse blog! depois sou eu a broca da coordenação, né?hehehehehe
aproveite bastante seus ultimos dias!
um abraço